26 de abril de 2009

É traição, romance e glória
História de um passado meu presente
Paixão sublime, monástica memória
Do que não se vê, mas que se sente
.
Afronto as feras, com vestes de guerreiro
Viajo no tempo sempre que desejo
Reencontro a alma de um deus cavaleiro
Vivo cada dia como que a dar um beijo

.
E descubro afinal
Os mesmos rostos do Corão
Gravados numa lua intemporal
.
O mesmo bem
O mesmo mal

Aqui, ao pé de ti
Sinto-me bem
Como ninguém
Aqui sem ti
A vida perde o sentido que tem
.
É quente a temperatura
És tu tão sorridente, é ternura
Que espalha, que voa
É grito que entoa
As mãos que se tocam
Os gestos que se trocam
Tanta coisa boa

Faz do sonho a tua vida
Faz da vida o sonho teu
Os dias não são uma corrida
Os dias são o mar que deus te deu
O mar que deus te deu

No peito, bate uma aurora verdadeira
Que aponta uma estrela
Que desce à nossa beira
E que nos faz feliz
Só de vê-la
Só de tê-la


Dá.me um abraço, desfaz o cansaço. Dá-me um sorriso, é o que eu preciso. E depois do amor que marca a saudade, nós seremos a cor que pinta a cidade. Essa cor da paixão que eu tenho por ti, não será solidão se... Aqui, ao pé de ti.



(Saudade que quase mata.
Que dói, que corrói.
Saudade.
Saudade e arrependimento.)



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