28 de abril de 2010

Há palavras que entram no ouvido e lá ficam. E não saem e não saem e não saem. Há dias que ficam na memória e momentos que não se conseguem apagar. Não faz sentido, não faço sentido e quero teatro. Quero gritar palavras como se não as sentisse. E encenar os meus dias como se deles não se tratasse. E tenho sono e só digo disparates e vou dormir.

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