27 de junho de 2009

Queria mesmo que chegasses, nessa tua forma estranha de chegar, nessa tua estranha forma de fazer tudo. Mas já repeti vezes de mais, já senti tempo demais, já chorei horas incontáveis. E eu não sei que sentido tudo isto possa ter sem ti mas perdemo-nos no tempo (porque eu prefiro acreditar que foi no tempo do que olhar a realidade que nunca cheguei a perceber muito bem). Tudo se perde, tudo se transforma, (quase) tudo piora. E prefiro acreditar que é a vida do que sentir que é azar. Prefiro pensar que continuaste em frente do que perceber que nunca chegaste a parar.




É a vida! - ou pelo menos é o que dizem, pelo menos todos a culpam. E eu nunca gostei de ser diferente (até porque nunca tive forças para isso).
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/Sara da Cunha

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