Cançonetas de comover porteiras, dizias tu, cançonetas que sossegam agora o teu interdito coração de porteira e me gritam que já nada posso por ti, por mim, pelas horas todas que nos esquecemos de viver..
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Os meus passos não criam eco, a minha voz não tem sombra.
É a ti que vejo porque não consigo deixar de te pensar.
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Fazes.me falta
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