11 de abril de 2009

E após o clarão do relâmpago, a escuridão da noite profunda, a calma nada calma do que é demasiado: demasiado ver, demasiado sofrer, demasiado saber. Não a calma do sono, mas da morte breve: quando a dor é excessiva, há que morrer um pouco para continuar.

Escuta a minha voz

Sem comentários:

Enviar um comentário