E após o clarão do relâmpago, a escuridão da noite profunda, a calma nada calma do que é demasiado: demasiado ver, demasiado sofrer, demasiado saber. Não a calma do sono, mas da morte breve: quando a dor é excessiva, há que morrer um pouco para continuar.
Escuta a minha voz
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